Como criar personagens para treinamento corporativo sem infantilizar o conteúdo

Personagens funcionam quando representam situações reais e sustentam continuidade narrativa. Entenda critérios, aplicação e próximos passos.

Ilustração do tema cases e bastidores
Neste artigo 6 seções

Resposta direta

Personagens funcionam quando representam situações reais e sustentam continuidade narrativa. Personagens funcionam quando representam situações reais e sustentam continuidade narrativa. Um case forte não começa celebrando a solução. Começa explicando o contexto, as restrições e o que estava em risco. Para escrever sobre personagens treinamento corporativo, eu separaria o case em camadas: o que o cliente pediu, o que foi diagnosticado, quais alternativas foram descartadas, por que uma direção foi escolhida e o que mudou na operação ou na comunicação. Quando houver números verificáveis, eles entram como evidência. Quando não houver, o texto pode trabalhar com entregáveis, decisões, aprendizados e sinais observáveis, sem inventar impacto. O maior valor de um case está em mostrar raciocínio. O leitor não precisa apenas saber que o Estúdio fez. Precisa perceber como pensa.

Contexto

O problema que parecia ser

O problema que realmente precisava ser resolvido

Decisões de projeto

O que aprendemos

Perguntas frequentes

Preciso revelar o nome do cliente?

Não. É possível anonimizar quando houver confidencialidade, desde que o texto preserve contexto suficiente para o leitor entender o problema.

Case sem números vale a pena?

Vale, se mostrar decisões, processo, entregáveis e aprendizados com honestidade. Números só devem aparecer quando forem verificáveis.

O que não publicar?

Informações confidenciais, dados pessoais, métricas sem autorização e afirmações de resultado que não possam ser sustentadas.

Escrito por

Diretor do Estúdio Secreto. Trabalha desde 2013 com comunicação visual, educação corporativa, comunicação interna, facilitação gráfica e ilustração, da academia corporativa ao registro visual de encontros de conselho, passando por docência no Senac.

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